É o assunto da semana: todos os jornais impressos, revistas e telejornais estão comemorando os 40 anos do homem da lua. O Humilharal, claro, também lembra o fato histórico, resgatando uma charge d' O Pasquim de julho de 1969 (bem no começo d' O Pasquim).
domingo, 19 de julho de 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
"Michael Jackson está morto"

A frase acima é do jornalista e fanfarrão William Bonner, mas é verdade: Michael Jackson está morto.
A gente acha que certas pessoas são imortais, mas a Dercy já foi pra terra do pé junto, agora o Michael foi brincar com os anjinhos do céu... Que triste.
Apesar de sua vida conturbada, o Humilharal não nega que Michael Jackson foi um dos maiores artistas que o mundo já conheceu. E, como disse W. Bonner (com o tom teatral que lhe é peculiar), "estamos todos muito abalados".
Nossa homenagem:
Em 2007, o Humilharal fez uma música pro Michael:
A gente acha que certas pessoas são imortais, mas a Dercy já foi pra terra do pé junto, agora o Michael foi brincar com os anjinhos do céu... Que triste.
Apesar de sua vida conturbada, o Humilharal não nega que Michael Jackson foi um dos maiores artistas que o mundo já conheceu. E, como disse W. Bonner (com o tom teatral que lhe é peculiar), "estamos todos muito abalados".
Nossa homenagem:
Em 2007, o Humilharal fez uma música pro Michael:
Quando Eu Penso No Michael Jackson Me Dá Um Aperto No Coração
(Yuri/Carla)
Década de oitenta
Ele era um popstar
Dançava o Thriller
E vendia sem parar
Depois veio o Moonwalker
Ele andava para trás
Mas hoje só o vemos
Chorando em tribunais
(pré-refrão)
Ficou esquisitão
De um tempo para cá
Vinde a mim
As criancinhas
Começou a abusar
Refrão:
Michael Jackson
Sua vida de amargar
Michael Jackson
Eu queria ser um popstar
Odiava seu nariz
E queria ser branco igual algodão
Quando eu penso nele hoje
Me dá um aperto no coração
Pois hoje quando o vemos
É no banco do réu
Ou sacudindo o próprio filho
Na sacada do hotel
Michael Jackson
Sua vida de amargar
Michael Jackson
Eu queria ser um popstar
(Yuri/Carla)
Década de oitenta
Ele era um popstar
Dançava o Thriller
E vendia sem parar
Depois veio o Moonwalker
Ele andava para trás
Mas hoje só o vemos
Chorando em tribunais
(pré-refrão)
Ficou esquisitão
De um tempo para cá
Vinde a mim
As criancinhas
Começou a abusar
Refrão:
Michael Jackson
Sua vida de amargar
Michael Jackson
Eu queria ser um popstar
Odiava seu nariz
E queria ser branco igual algodão
Quando eu penso nele hoje
Me dá um aperto no coração
Pois hoje quando o vemos
É no banco do réu
Ou sacudindo o próprio filho
Na sacada do hotel
Michael Jackson
Sua vida de amargar
Michael Jackson
Eu queria ser um popstar
Menos gente insuportável nesse mundo
Birds in the air
Never chirped the same
Slobs in bowling alleys
Never burped the same
They came to cry
Shocked with disbelief
A broken mass of millions
All drowning in their grief
She was just an innocent
How could you lord?
They cried the day
That Farrah Fawcett died
Throughout the globe
Every chinese man and turk
Their unifying symbol
They really liked her work
But who's to blame?
No one made a move
Until i find out who did this
Nobody leaves the room
They say the road was icy
But that just don't add up
A bushy-haired intruder
Another government cover up!
A drug-related overdose
A hunting accident
Death at the hands of another,
I'll bet!
First jfk
And then we lost the king
Thank god it must be over now
They say they come in threes
But still i ache
The world has lost a friend
I'll trade all
Of my viewmaster reels
To see her once again
Never chirped the same
Slobs in bowling alleys
Never burped the same
They came to cry
Shocked with disbelief
A broken mass of millions
All drowning in their grief
She was just an innocent
How could you lord?
They cried the day
That Farrah Fawcett died
Throughout the globe
Every chinese man and turk
Their unifying symbol
They really liked her work
But who's to blame?
No one made a move
Until i find out who did this
Nobody leaves the room
They say the road was icy
But that just don't add up
A bushy-haired intruder
Another government cover up!
A drug-related overdose
A hunting accident
Death at the hands of another,
I'll bet!
First jfk
And then we lost the king
Thank god it must be over now
They say they come in threes
But still i ache
The world has lost a friend
I'll trade all
Of my viewmaster reels
To see her once again
Aguardem para a música do Michael Jackson!
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Mariah Carey, a mais insuportável
Se você tem mais de 10 anos, se lembra (pelo menos, deveria) daquele clipe da Mariah Carey, Heartbreaker. Essa música tocou em todas as rádios brasileiras. A MTV exibiu o clipe à exaustão. E eu, que costumava ver MTV e ler Paulo Coelho (mas essa é outra história), assisti ao tal vídeo um zilhão de vezes.
Muito me impressionava aquela parte em que a Mariah Carey batia na "outra" Mariah o banheiro. Não sabia exatamente por quê, mas era a minha parte favorita. Até que, conversando semana passada sobre pessoas insuportáveis, lembrei da Mariah e de Hearbreaker. E disse:
— Se eu fosse a Mariah Carey, eu bateria em mim mesma.
Aí entendi por que a pancadaria no banheiro é minha parte favorita do vídeo.
E só assista ao clipe se você nunca o tiver visto. Senão, vai perder seu tempo.
— Se eu fosse a Mariah Carey, eu bateria em mim mesma.
Aí entendi por que a pancadaria no banheiro é minha parte favorita do vídeo.
E só assista ao clipe se você nunca o tiver visto. Senão, vai perder seu tempo.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
ENTREVISTA EXCLUSIVA SOBRE O ACIDENTE DO AIRBUS a330
Bruno Serpa, 25 anos, nasceu em São Paulo e há 3 anos faz simulação de voo com o Flight Simulator, o programa usado por pilotos de grandes empresas aéreas. Embora utilize frequentemente os modelos Learjet 45 e Cessna Caravan 208b, é familiarizado com a linha Airbus, tendo já pilotado o modelo a319. Há quatro meses está na empresa virtual KAFLY, onde atualmente trabalha como diretor de RH, administrando mais de 480 funcionários entre pilotos, controladores de voo e diretores. Serpa concedeu esta entrevista exclusiva sobre o recente acidente com o Airbus a330 da Air France da última segunda feira (1).
Yuri: Neste momento em que nada de muito concreto está surgindo, a propagação dos boatos é descomunal. O quanto de verdade há nesses boatos?
Bruno Serpa: A verdade é que enquanto não for localizada a caixa preta da aeronave não se pode dizer ao certo qual foi a causa real da queda do avião. Nem mesmo se ele ocorreu por falha mecânica ou por erro humano. Lembrando que a caixa preta é somente um dos instrumentos para análise disponde de um "CVR" (Cabin Voice Recorder) e um FDR (Flight Data Recorder) que grava os dados do voo...Os destroços da aeronave também fornecem pistas valiosas e por vezes conclusivas na elucidação do acidente...
Yuri: O quanto a análise do FDR pode revelar a respeito do acidente?
BS: Na verdade desde a criação do airbus a319 já existe um envio de dados de voo em tempo real para uma central nos Estados Unidos. Isso significa que as informações de voo são todas transmitidas para uma empresa contratada pela airbus que registra todos os dados de todos os voos de todos os aviões da Airbus a partir do modelo a319 em diante. Desta forma ja existe uma posição em relação aos dados do voo, tanto que o reporte de pane elétrica e despressurização vieram deste sistema. Porém os sons da cabine e o diálogo dos pilotos é de fundamental importancia tendo em vista que o FDR reporta apenas o tipo de problema, mas não especifica. E pane elétrica por exemplo pode ser desde um botão que falhou, até todo o sistema eletrico da aeronave, o que faz uma grande diferença...
Yuri: Os jornais franceses estão lançando notas a respeito da velocidade do avião, que especula-se estar abaixo do normal, o que supostamente teria provocado uma desintegração do mesmo. Em sua experiência como piloto, o quanto a velocidade da aeronave pode influir em danos físicos em condições climáticas adversas?
BS: O Airbus encontrava-se em uma zona com alta concentração de cumulus nimbus, que são nuvens carregadas e que se formam em grandes altitudes. A velocidade da aeronave influi muito para que ela seja destruída, porém ao contrário das informações, pelo que me consta é justamente o excesso de velocidade, conhecido como “overspeed”, que pode provocar os tais danos estruturais. Como caso recente nós temos o avião da GOL voo 1907 que ao perder uma asa com o overspeed após ter se chocado com o jato Legacy, entrou em parafuso e foi se despedaçando até o chão.
Yuri: Ao que o sr. atribui a dificuldade das equipes de busca e resgate em encontrar corpos ou sobreviventes e também pedaços maiores da aeronave?
BS: Não se sabe ainda qual foi a causa do acidente embora tenha realmente ocorrido o reporte de pane elétrica e despressurização. Desta forma temos que partir de um pressuposto. Ainda que seja apenas conjectura, o mais provável para mim é que a aeronave pegou uma tempestade forte com granizos e raios, o que é comum em formações de cumulus nimbus. Feito isso creio que o airbus possa ter sofrido um descompressão explosiva tendo em vista o nível de voo FL330, ou 11 mil metros. Partindo desta hipótese de descompressão o primeiro procedimento de emergência é descer para altitudes menores como 3 mil metros em função do ar rarefeito e do frio que encontramos em grandes altitudes. Acredito que nesse prodecimento o comandante da aeronave não conseguiu manter mais o controle em função do dano estrutural ter sido grande. desta forma a aeronave deve ter caído em velocidade terminal e por conta disso, se despedaçado. O que explica a grande aérea de localização de destroços. Quanto à existência de sobreviventes, é dificil acreditar nesta hiopótese, levando em consideração o impacto na agua, que seria tão letal quanto no solo, devido à grande velocidade. Os corpos tendem a afundar por conta do peso, porém aqueles que mantiverem intactos a região toráxica e abdominal deverão retornar a superfície dentro de até 6 dias por conta da formação de gases na região estomacal.
Yuri: Um piloto da Air-Comet que fazia a rota lima-madrid afirma ter visto uma bola de fogo e um clarão no oceano atlântico na mesma hora em que o Airbus sumiu. Nesses caso de descompressão explosiva, o fogo poderia ter se formado ainda no ar com a nave não totalmente desintegrada?
BS: Bom, o nome descompressão explosiva é dado pois quando ela ocorre o aspecto que temos é de uma explosão. Porém ela nada mais é do que o ar tentando igualar as pressões. Desta forma quando ocorre uma falha estrutural tudo que está dentro do avião tende a ser sugado pelo buraco que pode ter se formado. Dependendo da diferença de pressão essa sucção pode ser pequena ou grande o suficiente para rasgar a aeronave. Em relação a bola de fogo, eu não acho muito possível já que a FAB localizou manchas de óleo no mar e geralmente em uma explosão todo o óleo da aeronave seria queimado.
Yuri: Este mesmo piloto afirmou não ter captado qualquer comunicação em frequencias de emergência ou ar-ar na ocasião. O quanto esta suposta falta de comunicação pode comprometer as investigações?
BS: Na verdade o primeiro procedimento é resolver a situação de risco e após solucionada mandar o alerta de MAYDAY e setar trasponder 7700 que é o código que determina falha técnica. Porém eu acredito que o incidente foi tão rápido que não houve tempo de comunicação. como eu havia dito o objetivo maior é buscar as caixas-pretas da aeronave para ter certeza do que foi falado entre o comandante e o co-piloto. Logicamente se a aeronave tivesse enviado um pedido de socorro e reportado o problema seria mais simples, pois já existiria um ponto de partida para os investigadores.
Yuri: Existe alguma possibilidade de infração às normas de segurança?
BS: O bom senso manda que o piloto não atravesse formações de cumulus nimbus por conta da alta probabilidade de raios, turbulência e granizo. Porém a aeronave da Air France, bem como todas da linha 330, possuem um radar meteorológico que indica essas formações. É possivel até que o avião tenha saído do país já sabendo o mau-tempo que iria enfrentar nessa região que a gente chama de zona de convergência. Nessa zona realmente existem formações de muitas áreas de instabilidade. Claro que às vezes essas formações de cumulus nimbus são muito grandes e impossíveis de contornar e por isso o piloto tem que escolher o melhor lugar para passar...ou menos pior.Lógicamente todas estas situações mal tempo são previstas em planos de voo tendo em vista q ue as companhias fazem a nesna rota centenas de vezes por mês. Porém, enquanto não se encontrar a caixa-preta, não saberemos ao certo o que aconteceu.
Yuri: Neste momento em que nada de muito concreto está surgindo, a propagação dos boatos é descomunal. O quanto de verdade há nesses boatos?
Bruno Serpa: A verdade é que enquanto não for localizada a caixa preta da aeronave não se pode dizer ao certo qual foi a causa real da queda do avião. Nem mesmo se ele ocorreu por falha mecânica ou por erro humano. Lembrando que a caixa preta é somente um dos instrumentos para análise disponde de um "CVR" (Cabin Voice Recorder) e um FDR (Flight Data Recorder) que grava os dados do voo...Os destroços da aeronave também fornecem pistas valiosas e por vezes conclusivas na elucidação do acidente...
Yuri: O quanto a análise do FDR pode revelar a respeito do acidente?
BS: Na verdade desde a criação do airbus a319 já existe um envio de dados de voo em tempo real para uma central nos Estados Unidos. Isso significa que as informações de voo são todas transmitidas para uma empresa contratada pela airbus que registra todos os dados de todos os voos de todos os aviões da Airbus a partir do modelo a319 em diante. Desta forma ja existe uma posição em relação aos dados do voo, tanto que o reporte de pane elétrica e despressurização vieram deste sistema. Porém os sons da cabine e o diálogo dos pilotos é de fundamental importancia tendo em vista que o FDR reporta apenas o tipo de problema, mas não especifica. E pane elétrica por exemplo pode ser desde um botão que falhou, até todo o sistema eletrico da aeronave, o que faz uma grande diferença...
Yuri: Os jornais franceses estão lançando notas a respeito da velocidade do avião, que especula-se estar abaixo do normal, o que supostamente teria provocado uma desintegração do mesmo. Em sua experiência como piloto, o quanto a velocidade da aeronave pode influir em danos físicos em condições climáticas adversas?
BS: O Airbus encontrava-se em uma zona com alta concentração de cumulus nimbus, que são nuvens carregadas e que se formam em grandes altitudes. A velocidade da aeronave influi muito para que ela seja destruída, porém ao contrário das informações, pelo que me consta é justamente o excesso de velocidade, conhecido como “overspeed”, que pode provocar os tais danos estruturais. Como caso recente nós temos o avião da GOL voo 1907 que ao perder uma asa com o overspeed após ter se chocado com o jato Legacy, entrou em parafuso e foi se despedaçando até o chão.
Yuri: Ao que o sr. atribui a dificuldade das equipes de busca e resgate em encontrar corpos ou sobreviventes e também pedaços maiores da aeronave?
BS: Não se sabe ainda qual foi a causa do acidente embora tenha realmente ocorrido o reporte de pane elétrica e despressurização. Desta forma temos que partir de um pressuposto. Ainda que seja apenas conjectura, o mais provável para mim é que a aeronave pegou uma tempestade forte com granizos e raios, o que é comum em formações de cumulus nimbus. Feito isso creio que o airbus possa ter sofrido um descompressão explosiva tendo em vista o nível de voo FL330, ou 11 mil metros. Partindo desta hipótese de descompressão o primeiro procedimento de emergência é descer para altitudes menores como 3 mil metros em função do ar rarefeito e do frio que encontramos em grandes altitudes. Acredito que nesse prodecimento o comandante da aeronave não conseguiu manter mais o controle em função do dano estrutural ter sido grande. desta forma a aeronave deve ter caído em velocidade terminal e por conta disso, se despedaçado. O que explica a grande aérea de localização de destroços. Quanto à existência de sobreviventes, é dificil acreditar nesta hiopótese, levando em consideração o impacto na agua, que seria tão letal quanto no solo, devido à grande velocidade. Os corpos tendem a afundar por conta do peso, porém aqueles que mantiverem intactos a região toráxica e abdominal deverão retornar a superfície dentro de até 6 dias por conta da formação de gases na região estomacal.
Yuri: Um piloto da Air-Comet que fazia a rota lima-madrid afirma ter visto uma bola de fogo e um clarão no oceano atlântico na mesma hora em que o Airbus sumiu. Nesses caso de descompressão explosiva, o fogo poderia ter se formado ainda no ar com a nave não totalmente desintegrada?
BS: Bom, o nome descompressão explosiva é dado pois quando ela ocorre o aspecto que temos é de uma explosão. Porém ela nada mais é do que o ar tentando igualar as pressões. Desta forma quando ocorre uma falha estrutural tudo que está dentro do avião tende a ser sugado pelo buraco que pode ter se formado. Dependendo da diferença de pressão essa sucção pode ser pequena ou grande o suficiente para rasgar a aeronave. Em relação a bola de fogo, eu não acho muito possível já que a FAB localizou manchas de óleo no mar e geralmente em uma explosão todo o óleo da aeronave seria queimado.
Yuri: Este mesmo piloto afirmou não ter captado qualquer comunicação em frequencias de emergência ou ar-ar na ocasião. O quanto esta suposta falta de comunicação pode comprometer as investigações?
BS: Na verdade o primeiro procedimento é resolver a situação de risco e após solucionada mandar o alerta de MAYDAY e setar trasponder 7700 que é o código que determina falha técnica. Porém eu acredito que o incidente foi tão rápido que não houve tempo de comunicação. como eu havia dito o objetivo maior é buscar as caixas-pretas da aeronave para ter certeza do que foi falado entre o comandante e o co-piloto. Logicamente se a aeronave tivesse enviado um pedido de socorro e reportado o problema seria mais simples, pois já existiria um ponto de partida para os investigadores.
Yuri: Existe alguma possibilidade de infração às normas de segurança?
BS: O bom senso manda que o piloto não atravesse formações de cumulus nimbus por conta da alta probabilidade de raios, turbulência e granizo. Porém a aeronave da Air France, bem como todas da linha 330, possuem um radar meteorológico que indica essas formações. É possivel até que o avião tenha saído do país já sabendo o mau-tempo que iria enfrentar nessa região que a gente chama de zona de convergência. Nessa zona realmente existem formações de muitas áreas de instabilidade. Claro que às vezes essas formações de cumulus nimbus são muito grandes e impossíveis de contornar e por isso o piloto tem que escolher o melhor lugar para passar...ou menos pior.Lógicamente todas estas situações mal tempo são previstas em planos de voo tendo em vista q ue as companhias fazem a nesna rota centenas de vezes por mês. Porém, enquanto não se encontrar a caixa-preta, não saberemos ao certo o que aconteceu.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
PPS e o Helter Skelter
Qual é dessa propaganda do PPS em que aparece um cara negro com cabelo black power chamando o Lula de "O Cara"?
Acompanhe comigo:
Fato nº1: Barack Obama chamou o Lula de "o cara" na reunião do G20 no dia 2 de abril desse ano. Na verdade, ele não chegou e disse "Lula, you're the man!" tipo um drogadão fala pro traficante quando ele salva a crise de abstinência dele no último minuto. Na verdade, ele falou mais um "That's my man right here", no estilo Frank Lucas, ou Denzel Washington no filme American Gangster (aliás, alguém aí duvida que o Deeeeeeeeeenzel não vai fazer o papel do Obama quando o Oliver Stone quiser?). Depois ele falou que o Lula era o presidente mais popular da terra por causa da boa pinta que ele tem, mas isso não vem ao caso que o vídeo corta antes do Obama falar aquele NOT famoso dele.
Fato nº2: Os Panteras Negras, controverso partido revolucionário norte americano dos anos 60, patrulhavam os guetos negros contra a brutalidade policial branca. Frequentemente definiam o sistema pela alcunha de "O cara" (The Man). Isso pode ser visto em manifestos da época e em filmes de Blaxploitation como o clássico Sweet Sweetback Baadasssss Song, do diretor Melvin Van Peebles, em cujo prólogo lia-se a frase "This movie is dedicated to all the Brothers and Sisters who had enough of the Man" (esse filme é dedicado a todos irmãos e irmãs que estão cansados do cara).
Fato nº3: O penteado Black Power foi moda no final dos anos 60 e início dos anos 70, parte da cultura Black Power difundida nesse período para reafirmar a identidade cultural do negro em meio a supremacia branca norte americana.
Fato º4: Charles Manson, um serial killer norte americano que cometeu assassinatos nos anos 60, criou uma espécie de comunidade hippie de seguidores de sua tese alcunhada de Helter Skelter, termo que ele retirou de uma música dos Beatles. Manson profetizava uma guerra étnica apocalíptica consequente da tensão racial entre negros e brancos.
Aceite os fatos ou aceite a coincidência do PPS pegar um modelo negro com um penteado fora de moda, digamos, uns 45 anos pra chamar o Lula de "O cara" em uma propaganda de veiculação nacional em um país onde a porcentagem de negros declarados é de 6% e de pardos é 45%.
PPS, tire essas ideias de americano da Tv.
Acompanhe comigo:
Fato nº1: Barack Obama chamou o Lula de "o cara" na reunião do G20 no dia 2 de abril desse ano. Na verdade, ele não chegou e disse "Lula, you're the man!" tipo um drogadão fala pro traficante quando ele salva a crise de abstinência dele no último minuto. Na verdade, ele falou mais um "That's my man right here", no estilo Frank Lucas, ou Denzel Washington no filme American Gangster (aliás, alguém aí duvida que o Deeeeeeeeeenzel não vai fazer o papel do Obama quando o Oliver Stone quiser?). Depois ele falou que o Lula era o presidente mais popular da terra por causa da boa pinta que ele tem, mas isso não vem ao caso que o vídeo corta antes do Obama falar aquele NOT famoso dele.
Fato nº2: Os Panteras Negras, controverso partido revolucionário norte americano dos anos 60, patrulhavam os guetos negros contra a brutalidade policial branca. Frequentemente definiam o sistema pela alcunha de "O cara" (The Man). Isso pode ser visto em manifestos da época e em filmes de Blaxploitation como o clássico Sweet Sweetback Baadasssss Song, do diretor Melvin Van Peebles, em cujo prólogo lia-se a frase "This movie is dedicated to all the Brothers and Sisters who had enough of the Man" (esse filme é dedicado a todos irmãos e irmãs que estão cansados do cara).
Fato nº3: O penteado Black Power foi moda no final dos anos 60 e início dos anos 70, parte da cultura Black Power difundida nesse período para reafirmar a identidade cultural do negro em meio a supremacia branca norte americana.
Fato º4: Charles Manson, um serial killer norte americano que cometeu assassinatos nos anos 60, criou uma espécie de comunidade hippie de seguidores de sua tese alcunhada de Helter Skelter, termo que ele retirou de uma música dos Beatles. Manson profetizava uma guerra étnica apocalíptica consequente da tensão racial entre negros e brancos.
Aceite os fatos ou aceite a coincidência do PPS pegar um modelo negro com um penteado fora de moda, digamos, uns 45 anos pra chamar o Lula de "O cara" em uma propaganda de veiculação nacional em um país onde a porcentagem de negros declarados é de 6% e de pardos é 45%.
PPS, tire essas ideias de americano da Tv.
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Descobri!
Assinar:
Postagens (Atom)


